Devia existir um lugar onde a gente pudesse gritar, esmurrar, xingar, gastar toda essa energia de agressividade e depois se descabelar, arranhar e sangrar até se sentir um pouco melhor.
Depois vinha alguém e te abraçava até o coração aprender a pulsar mais calmo, sem se preocupar com o segundo seguinte.
E aí se esquecia dessa vida diplomática, de contenções e convenções socias. De datas, horários e prazos. De medir os afetos. De não sonhar demais. De ter que encarar a realidade.
Quero chorar uma semana inteira e, quando a semana acabar, virar pro lado e dormir.
Será que até agosto eu acordo?
Eu vou urrar ... e se isso não resolver vou sussurar para você não largar o precioso da vida
ResponderExcluirtoda essa descrição é quase um casamento. mas daqueles dos bons, eu falo. com vaso quebrado, sangue jorrado e uma paixão sem fim. mas isso é surreal demais. talvez um clube da luta entre amigos íntimos seja mais real. bora? mas tem q ser antes de dormir.
ResponderExcluiré, um casamento daquele dos bons. com cumplicidade e muita paciência. ou é a paixão quem segura as linhas, embola os nós e não deixa arrebentar.
ResponderExcluirpor que a gente não casou, hein? huahuauhauhauh
acho que se esse lugar não existe, alguém precisa inventar ele.
ResponderExcluirtodos enganados. Eu já vi!
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