assim me confesso:
não sei fazer poesia,
ela é quem me faz.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Tenho esquecido tudo. Minha presença se faz cada vez mais fantasmagórica: corpo e mente em desencontro. E como reunir duas forças tão opostas num só ser sem que se autodestrua? Me venço e me derroto a um só tempo - lembro aquele verso do camaleão estranho: liberdade e solidão caminham juntas pela eternidade... Talvez lute contra o inimigo enganado. Melhor baixar as armas.
sábado, 2 de julho de 2011
Tanto pesar... é uma pena sentir! Descobertos, os enganos me fuzilam com suas miradas-serpentes: petrifico. E recordo das vezes em que me alegrei com suas surpresas e entendo a verdade omitida, palavras aladas somente para acariciar meus ouvidos. Me desnudei frente aos seus olhos, mas você os preferiu cerrados, me vestindo outras peles na imaginação. Te confiei minhas quimeras, meus fantasmas, meus pássaros, sem nunca fechar as portas ou correr os trilhos das janelas. Não era o que você queria? Talvez, por isso, foice.
19.06.11
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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