os nossos olhos nos traem, se encontram para dizer o que negam as palavras. meu silêncio soca grãos de sonhos secos ao sol e um aroma forte de vida ouve a morte.
só um desmaio: perdida a memória da dor, nunca me faria frio o medo imaginado do lamento.
acaso me esqueça do que passou e as cicatrizes que marcam meu peito se calarem, caio outra vez na sua armadilha (pássaro ávido e raro) e, ao fechar da arapuca, desmancho as melodias da minha liberdade.
então perco meu encanto em você.
e abandone seu encanto por mim...
sempre me encanto com essa sua habilidade de transformar o desencanto em algo totalmente encantador!
ResponderExcluircontinue sempre assim
encantada
será que tudo sempre tem que seguir esse curso? quero acreditar que nem sempre...
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