um dia ainda subo no salto e vejo o mundo do alto: assim ninguém me atinge. mas, desequilibro, ainda me descuido; tropeço, meus pés não conhecem por onde andam; caio, permito que se aproximem e me passam rasteiras.
pouco importa: não nasci mesmo para as alturas. vou continuar aqui, debaixo das cotoveladas. caminhem apressados uns sobre os outros. eu apenas observo. minha memória só não esquece quem falhou comigo.
"minha memória nunca esquece quem falhou comigo. "
ResponderExcluirabandona esse rancor do seu coraçãozinho, mulher!
tranquilo! o post tá mais pra um aviso prévio que pra exoneração :P
ResponderExcluir45. Dois sentidos
ResponderExcluirNa proporção em que nada sentia senti. Nas tuas as minhas palavras sentidas. E outrora as que nada sentia sentia.
Stela!
ResponderExcluirAchei seu blog super divertido!
vc escreve muuito bem
e esse poema em prosa é super bom.
(quero ler mais capítulos sobre a Emma tá?)
XD